domingo, 10 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

HAJA CORAGEM!


Juiz deixa toga e salário de R$ 24 mil para sair em busca da profissão ideal

De Barra do Garças - Ronaldo Couto

Um fato inusitado aconteceu em Aragarças-GO, divisa com Barra do Garças: um juiz de 30 anos de idade que está há um ano no judiciário pediu exoneração e informou que está à procura da profissão ideal. Raul Batista Leite, que assumiu em outubro a comarca aragarcense, surpreendeu a todos ao anunciar no início do mês a sua decisão de abandonar a magistratura. 


Com salário de R$ 24 mil, Raul dá adeus a uma profissão cobiçada por muitas pessoas e comentou com alguns amigos que não se identificou com a função de juiz. Por telefone, o ex-juiz, que se formou em Goiânia-GO, disse ao Olhar Direto que vai continuar participando de concursos públicos à procura de outra carreira. 




E participar de concursos públicos realmente é o forte de Raul. Antes de ser juiz, ele passou no concurso público para promotor e policial federal. “Eu vou continuar participando de concursos”, salientou Raul, citando que gostaria de ser professor universitário. Perguntado sobre a questão financeira, porque um professor no nível máximo (com doutorado) ganha R$ 10 mil, bem abaixo do que ele ganhava, o ex-juiz disse que dinheiro não é tudo e que a pessoa precisa se sentir bem na função. 


O salário de um magistrado em Goiás gira em torno de R$ 18 mil, mais adicional pelo Eleitoral, totalizando R$ 25 mil por mês. Com o pedido de exoneração de Raul, a comarca aragarcense está sendo dirigida provisoriamente por Flávia Morais Nogato de Araújo Almeida, titular de Piranhas.  Aguarda-se a nomeação de outro magistrado para Aragarças por parte do Tribunal de Justiça de Goiás.

Fonte: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?id=256721

segunda-feira, 4 de junho de 2012

FLAGRANTES DO LANÇAMENTO DE "DEI PRA MAL DIZER: CONTOS ERÓTICOS", de JL Rocha do Nascimento, Airton Sampaio e M. de Moura Filho, na Adufpi, em 01 jun 2012, noite.


M. de Moura Filho, Airton Sampaio,  JL Rocha do Nascimento,os contistas, e
                                          Rosália Mourão, a prefaciadora.
                                       
                                                 
Adufpi, em Noite bela, com Salão lotado.

sábado, 2 de junho de 2012

BASTA, CORONEL CINEAS SANTOS! CHEGA DE GROSSURA!!


Na noite de ontem, 01 de junho de 2012, J.L. Rocha do Nascimento, Airton Sampaio e M. de Moura Filho lançamos na Adufpi, para um espetacular público de cerca de 250 pessoas, o livro Dei Pra Mal Dizer: Contos Eróticos, que a partir de terça-feira estará à venda nas livrarias e bancas da cidade. Todos sabem que a feitura de qualquer produto cultural no Piauí, onde ainda quase nada foi feito, é plena de problemas, atropelos, marchas e contramarchas, prazeres e dores. Conosco não foi diferente neste livro, embora, apesar de tudo, tenhamos sido sempre MUITO BEM TRATADOS onde estivemos. O azar foi deparar, na manhã de ontem, na recepção da TV Cidade Verde, com o coronel da cultura da Fazenda Piauí que atende pelo nome de Cineas Santos.
         Para o lançamento do nosso livro, NÃO HOUVE CONVIDADOS ESPECIAIS. Todos os possíveis leitores, sem distinção, eram e são para nós bem-vindos, ao contrário do que faz o coronel da cultura, que primeiro escolhe como convidados especiais, sabe-se lá por que, as autoridades oficiais, e depois a sua panelinha e os seus áulicos (se quiserem comprovar, é só ir ao Salipi). Ora, ao ver Cineas Santos, fiz o que todos os três autores estávamos fazendo ao coincidir com alguém que imaginávamos apreciar literatura: entreguei-lhe um convite para o lançamento. Por esse gesto, já algumas vezes repetido naquela manhã, vi-me, em público e em plena sala de recepção de uma tv, DESTRATADO com a GROSSERIA mais ordinária, com a DESEDUCAÇÃO mais reles, como a INCIVILIDADE mais rasteira, próprias mesmo de um coronel que se julga o centro da cultura piauiense, embora demagogicamente publicize o contrário, e que se acha o suprassumo da inteleetualidade da província, apesar de em verdade não passar de um armorialista decadente. Ao meu convite, feito sem nenhuma intenção de agredir, ouvi do senhor Cineas Santos, carregado com o tom de mau-humor que sempre o acompanha, que “esse  filho da puta vem me convidar em cima da hora, esse filho da puta, que eu já editei, vem me dar um convite só no dia do evento!!!”
         Em primeiro lugar, não poderíamos conferir ao senhor coronel da cultura, porque não o fizemos com ninguém, nenhum convite especial, menos ainda com mil dias de antecedência; em segundo, FILHO DA PUTA É ELE, O CORONEL; em terceiro, NUNCA PEDI que o coronel me editasse em lugar nenhum, daí ser despropositada, pelo menos em relação a mim, a cobrança de uma fidelidade clientelista a que está ele, como coronel, acostumado. Ato contínuo, adentrei o estúdio da TV abalado e nem sei como consegui dar uma entrevista, que me pareceu até razoável, dadas as circunstâncias. Como homem que sou e como um intelectual que não precisa do beneplácito de ninguém para existir, liguei para o coronel da cultura e o desconvidei do convite que a ele tanto aborreceu. Fiz isso com a devida aspereza, que é a linguagem que o coronel da cultura entende porque é dela detentor do título de PhD. PhD em falta de educação!!! “Ah”, dirão os áulicos, “ele é assim mesmo, mas no fundo, lá no fundo, tem muita doçura”. Assim mesmo é uma ova!!!
          Se, como dizem, talvez só para incrementar o marketing pessoal dele, diariamente exercido, até cuide bem de plantas, seria MUITO interessante que expandisse aos humanos o tratamento que falam que dispensa aos vegetais. Ou isso é impossível? Se há muitos que aceitam passivamente os coices do coronel da cultura, eu não os admito. Que fiz eu de mal ao senhor Cineas Santos na recepção da TV Cidade Verde? Entregar um convite para o lançamento de um livro é uma ofensa? Tivesse aprendido o coronel um mínimo de urbanidade, poderia descartar o convite recebido na primeira lixeira que encontrasse, e não partir a pontapés amargurados sobre quem não o vê, mesmo, como especial. Reconheço a importância do senhor Cineas Santos no cenário cultural piauiense, até porque em terra de cego quem tem um olho é rei, no entanto nunca lhe vi, nem lhe vejo, nem lhe verei, como um ser especial, como o rei da cocada preta da intelectualidade provinciana.
        Eu sei, por vivência própria, como é difícil mudar... Não é difícil, porém, entender que as pessoas, PELO MENOS EU, não estão dispostas a aguentar DESAFOROS GRATUITOS em nome de “uma doçura que existe, sim, lá no fundo da alma” de quem quer que seja. Paciência!!! Seria bom para todo mundo se o senhor dono da cultura piauiense TENTASSE trocar os seus cascos de cavalo por um par de pés minimamente humanos...

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P.s. Friso que para mim esse assunto desagradabilíssimo está encerrado, mas, se preciso, retrucarei à altura, que NÃO tenho MEDO NENHUM do coronel, nem dos áulicos do coronel.                             

segunda-feira, 28 de maio de 2012

MACHADO DE ASSIS E O MAIS CÉLEBRE ERRO TIPOGRÁFICO DA LITERATURA BRASILEIRA

(...)


Qualquer bibliófilo sabe que a primeira edição de uma obra é sempre mais valiosa que as outras, apesar de muitas vezes ter sido impressa em papel de pior qualidade ou da má qualidade de sua impressão. O seu valor acaba por ser alto justamente porque são raros e poucos a possuem.

Mas há casos em que uma primeira edição se torna mais valorizada devido a um erro tipográfico que escapou à revisão do editor ou do autor e foi parar às livrarias. Corrigido o erro nas edições subsequentes, estes exemplares conquistam então o status de raridade bibliográfica. Este é o caso da primeira edição das Poesias Completas de Machado de Assis, publicado em 1901 pela Livraria Garnier.



Machado de Assis – Poesias completas. 1ª edição. Rio de Janeiro: H. Garnier, Livreiro-Editor, 1901. VI, 376 p., 24 p. Frontispício de Machado de Assis. Possui notas, índice e catálogo da Garnier.

Ao organizar este volume das suas Poesias Completas, Machado de Assis reuniu os livros Crisálidas (1864), Falenas (1870) e Americanas (1875), expurgando-os de algumas poesias e acrescentando um novo conjunto, intitulado Ocidentais.

No começo do século XIX quase todos os livros desta editora eram impressos na França, mas, apesar da revisão cuidadosa que era feita nas suas publicações, às vezes escapavam alguns erros. E foi justamente nesta obra, do mais importante autor brasileiro, que escapou um erro gravíssimo: Machado escrevera à página 20, no prefácio, “… cegara o juízo …”, e o tipógrafo francês trocou o e por um a!


Machado de Assis – Poesias Completas
(com erro tipográfico)


O erro só foi percebido depois que a edição já estava na livraria e alguns exemplares tinham sido vendidos. Para corrigir o erro, um empregado da livraria (Everardo Lemos) sugeriu raspar com cuidado a letra a e escrever a letra e com tinta nanquim.

Machado de Assis – Poesias Completas
(com erro corrigido à mão)

Depois o editor Garnier providenciou a reimpressão da folha onde aparecia o erro, para substituí-la em todos os exemplares que ainda não tinham sido vendidos…

Machado de Assis – Poesias Completas
(com erro corrigido tipograficamente)


Por causa disso existem três tipos de exemplares da primeira edição das Poesias Completas de Machado de Assis: o primeiro sem a correção (raríssimo), com a palavra cagara, o segundo com a correção feita a mão e o terceiro com a folha impressa sem o erro.

O felizardo que possuir na sua biblioteca um exemplar sem a correção tem em mãos uma obra cobiçada por qualquer bibliófilo digno deste nome.

São estes pequenos – ou melhores grandes pormenores – que fazem a beleza da pesquisa e cobiça bibliófila.


Saudações bibliófilas,
[José Mindin].

Fontes:
Rubens Borba de Moraes – O Bibliófilo Aprendiz, Cia Editora Nacional, 2ª Ed., (1975)

Veja texto completo, com título original, em http://tertuliabibliofila.blogspot.com.br/2010/10/poesias-completas-de-machado-de-assis.html

segunda-feira, 7 de maio de 2012

!LANÇAMENTO NA ADUFPI, EM 01/06, 2Oh!! COMPAREÇA!!!


DEI PRA MAL DIZER: CONTOS ERÓTICOS, de J. L. Rocha do Nascimento, Airton Sampaio e M. de Moura Filho, com ilustrações de Antônio Amaral.

domingo, 25 de março de 2012

LAÇOS DE SANGUE

Maria da Fé, CID10F31 > Maria da Fé Filha, CID10F31 > Maria da Fé Neta, CID10F31, não teve filhos ela, linda qual uma utopia, ela, a mais bela das desdenhosas, ela, capricorniana da gema, não transmitiu ela, resoluta, a nenhuma criatura o legado da nossa miséria...

domingo, 18 de março de 2012

TORRES DE PAPEL

Foto: www.portalaz.com.br/arimateia